LCI: investimento com ótimo retorno em renda fixa

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Quanto mais dedicamos tempo ao estudo da educação financeira, mais percebemos o quanto é importante adotarmos práticas simples de controle e planejamento no dia a dia. Sem controle e sem planejamento, dificilmente veremos o dinheiro ser valorizado ao longo do tempo para a construção de patrimônio.

Entretanto, educação financeira não é só poupar; ela também mostra como é fundamental fazer boas escolhas na hora de investir. Os investimentos realizados de maneira equilibrada e constante podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso na busca pela independência financeira.

Hoje, muita gente se preocupa em conquistar bons resultados no curto prazo e deixa escapar boas oportunidades de aproveitar bons rendimentos por um longo período. Conhecer e ficar atento aos bons investimentos é tarefa fundamental para quem está antenado e sabe exatamente o que quer do futuro.

Um importante investimento é em LCI (Letras de Crédito Imobiliário), títulos privados de renda fixa lastreados em crédito de mercado imobiliário. Produtos com lastro são produtos com garantias e, no caso da LCI, a garantia é física (os próprios imóveis).

As Letras de Crédito são produtos conservadores, de baixo risco, muito procurados pelos investidores, pois reúnem diversas vantagens, tanto financeiras quanto tributárias, como:

  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Produtos conservadores atrelados ao CDI;
  • Sem incidência de taxa de administração;
  • Garantidos pelo FGC em até R$ 250 mil por conta.

No Banco Intermedium você encontra as melhores condições para aplicações em LCIs.  Faça uma simulação e descubra como investir em LCI pode ser vantajoso para você!

 

Fonte: Dinheirama

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SELIC a 10,5% a.a. impulsiona aplicações em Renda Fixa

A alta da SELIC definida pelo Copom na ultima semana em 0,50 p.p., elevando a taxa de juros à 10,5%a.a., aquece o mercado de renda fixa.

Neste cenário, a poupança permanece inalterada: rendimento de 6,17%a.a. + TR.

Com a SELIC em alta, opções em renda fixa ganham mais destaque. As LCIs oferecem remuneração atrelada ao CDI – que acompanha a SELIC, com isenção de imposto de renda, além da garantia do FGC (mesma da poupança). Seu rendimento no Intermedium em 2013 foi de 8,07%a.a., mesmo com a SELIC oscilando entre 7,25 e 10%a.a. Com a SELIC em alta, e perspectiva de permanência, a tendência é que o rendimento para 2014 seja ainda mais elevado.

Confira o resultado da simulação de R$100.000,00 para 1 ano*:Imagem

Faça uma simulação e comprove os rendimentos.

*Cálculos realizados em 21/01/2014 no site de investimentos do Banco Intermedium. As taxas poderão sofrer alterações.

Renda Fixa X Poupança X Tesouro Direto

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Antes de investir, é importante conhecer as modalidades disponíveis no mercado para entender as vantagens e especificidades de cada uma delas. Avaliar as opções para fazer a escolha correta de acordo com o seu perfil de investidor é essencial. Por isso, este post irá falar sobre alguns tipos de investimento bastante procurados: Renda Fixa (LCI, CDB e Tesouro Direto) e Poupança.

Renda fixa

O investimento em renda fixa é caracterizado por títulos que pagam, em períodos definidos, certa remuneração. Para entender melhor, imagine que os títulos são empréstimos: quando você compra um título de renda fixa, você empresta dinheiro ao emissor (um banco, por exemplo). Os juros cobrados são a remuneração recebida pelo empréstimo do dinheiro, em um período já estabelecido. Os títulos dessa modalidade são pouco suscetíveis à volatilidade dos mercados, ao contrário dos investimentos em rendas variáveis, nos quais se pode até perder dinheiro. Independente do perfil do investidor, os produtos de renda fixa são excelentes opções. Exemplos de produtos de renda fixa são o Certificado de Depósito Bancário (CBDs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).

CDB e LCI

O CDB é um investimento que oferece liquidez diária após um determinado período de carência que pode ser de 30, 180 ou 360 dias.

Quanto mais tempo o recurso permanecer aplicado, maior será a rentabilidade, devido à tabela regressiva de Imposto de Renda.

Já as LCIs são isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, garantindo melhor rentabilidade. As operações são feitas por prazos fechados que podem ser de 60 a 360 dias, não sendo possível resgate antecipado. Assim como o CDB, a LCI é um produto livre de tarifas, taxas de administração ou performance.

Estas duas modalidades de investimento são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em até R$ 250 mil por conta. Para ajudar a mensurar o rendimento de uma aplicação em LCI ou CBD, faça uma simulação: http://bit.ly/SimuladorInvestimento

Poupança

A Poupança, investimento mais popular entre os brasileiros, é isenta de imposto de renda e possui rendimento mensal. Apesar de o dinheiro aplicado na poupança poder ser resgatado a qualquer momento, se isso acontecer fora do dia do aniversário do depósito, que ocorre a cada 30 dias, o investidor perderá o rendimento daquele mês.

Esta modalidade oferece baixa rentabilidade. Atualmente, o rendimento fixo da poupança é de 0,50% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).

Assim como nos investimentos em CDB e LCI, o FGC garante ao investidor o valor de até R$ 250 mil por instituição financeira.

Tesouro Direto

Por último, o Tesouro Direto é o formato online do Tesouro Nacional, destinado a investidores que desejam comprar títulos públicos via corretora. Nos dias de hoje, existem dois tipos de títulos: as notas, de prazos mais longos, e as letras, de prazos mais curtos. Esses títulos possuem divisões, que possibilitam ao investidor optar por letras que são mais favoráveis em cenários de alta de juros e letras que oferecem mais rentabilidade em cenário de juros baixos.

Os títulos do Tesouro têm remuneração pré-definidas, sendo que o valor dos títulos oscila no tempo. De acordo com as modificações no cenário econômico, eles sofrem valorização ou desvalorização. São aplicações de longo prazo que se resgatadas antes do vencimento final do papel, podem ter sua rentabilidade comprometida.

Saiba as diferenças entre Renda Fixa e Renda Variável

Ouvimos falar dessas duas expressões quando o assunto é investimento, Renda Fixa e Renda Variável, mas nem sempre sabemos diferenciar as duas modalidades. Para por fim nas dúvidas, explicaremos cada tipo de título. Com essa informação, você poderá escolher com segurança o investimento mais adequado ao seu perfil.

Renda Fixa

Os títulos de renda fixa, o rendimento é pago em periodos pré-estabelecidos, o que pode ser definido no resgate ou no momento da aplicação. Esses títulos podem ser divididos de acordo com o tipo de emissor, em públicos ou privados, ou de acordo com a rentabilidade, em prefixados e pós-fixados.

Geralmente, os investimentos de renda fixa  se empresta dinheiro para alguma instituição e se recebe como rendimento os juros que são cobrados. Por isso, também são chamados de títulos de dívida. Esse “empréstimo” pode ser feito ao governo, no caso dos títulos públicos, ou a bancos, no caso dos títulos privados.

A caderneta de poupança, por exemplo, é um título de renda fixa privada e pós-fixada. Outros tipos de investimento de renda fixa são: certificados de depósito bancário (CDB), títulos do tesouro, letras do tesouro, letras hipotecárias, entre outros.

Renda Variável

Os títulos de Renda Variável são aqueles cujo rendimento depende das oscilações do mercado. Desse modo, o investidor não sabe, no momento da aplicação, qual será a taxa de retorno do investimento ou a base de cálculo. No entanto, feita de modo correto e com cautela. Assim, trata-se de um investimento de maior risco, uma vez que não se conhece o retorno da aplicação.

A compra de ações é um exemplo desse tipo de aplicação, bem como: commodities, compra de ouro ou moeda estrangeira, fundo multimercado, entre outros.

 

10 livros para a acertar na hora de investir

Pensando em investir seu dinheiro em 2012? O portal Exame fez uma lista de 10 livros indicados para investidores. Não deixe de ler para acertar na hora de investir, confira a lisa:

1º “O Investidor Inteligente” é o livro de cabeceira de Buffett:

2º Mesmo criticado, “Pai Rico, Pai Pobre” virou best-seller:

3º “Os Axiomas de Zurique” revela os dogmas seguidos por banqueiros suíços:

4º “Iludido pelo Acaso” trata do papel da sorte nos mercados:

5º “Desafio aos Deuses” revela a história da gestão de riscos:

6º Em “O Novo Modelo dos Mercados Financeiros”, Soros mostra as razõres para as crises nos mercados:

“Finanças Comportamentais” explica por que os investidores erram na hora de aplicar o dinheiro:

8º “Comprar ou Vender” ensina análise técnica básica:

“Estrutura e Análise de Balanços” ajuda a entender os analistas:

10º Escrito por um psicólogo, “Trade your way to financial freedom” traz técnicas de investimento:

Boa leitura 😉

Qual a diferença entre renda fixa e renda variável?

Uma dúvida básica, mas muito comum entre pessoas que não são do mercado financeiro é a diferença entre investimentos em renda fixa e renda variável. Produtos de renda fixa garantem ao investidor rendimentos pré-definidos, neste caso, esta taxa pode ser pré-fixada ou pós-fixada. Dificilmente o valor corrigido na data de resgate será inferior ao valor investido.

Porém, quando se fala em renda fixa, caímos em outro conceito do mercado financeiro que tráz muitas dúvidas: taxa pré-fixada e taxa pós-fixada. A taxa pré-fixada é definida no momento do fechamento do negócio e não varia ao longo do contrato. O rendimento percentual é determinado no ato da operação, exemplo: 2% ao mês e 12% ao ano. A vantagem desta opção é que você já sabe antecipadamente o valor do rendimento ou juros na data do vencimento da operação financeira.

Quando nos referimos à taxa pós-fixada, normalmente esta é composta por duas partes, uma delas uma taxa fixa e a outra um indexador. Este indexador evolui ao longo do tempo e é definido no momento da operação financeira. O rendimento dos juros e da atualização monetária será calculado no resgate pela parte da taxa fixa mais a correção do indexador, exemplo: CDI + 10% ao ano, TR + 8% ao ano, etc.

Ainda com relação à taxa pós-fixada, ela também tem a opção de ter apenas uma parte, ou seja, o indexador. Um exemplo é um investimento corrigido pelo CDI, como CDB-Certificado de Depósito Bancário corrigido por 100% do CDI.

As taxas pré-fixadas são mais interessantes quando a taxa de juros do mercado está em queda, já as taxas pós-fixadas se tornam mais interessantes quando a taxa de juros do mercado está em alta.

Já os produtos de Renda Variável não garantem ao investidor rendimento definido. Porém, tem-se a possibilidade de obter ganho de capital, no caso de ações, além de dividendos quando uma empresa tem lucro em determinado período. Além das ações também temos outras opções de renda variável como imóveis e negócios próprios.

As ações podem ser comercializadas por qualquer prazo, mas o mais recomendado é optar pelo longo prazo. Normalmente opções em renda variável têm grande oscilação e, por segurança, exigem prazos mais longos, de pelo menos dois ou três anos. Ninguém compra um imóvel ou entra em um empreendimento hoje para sair daqui a alguns meses. Por consequência, nas operações de curto prazo, principalmente por prazos inferiores a um ano, as taxas pré-fixadas são mais recomendadas.

Fonte: Prof. Ricardo Ramalho