LCI: investimento com ótimo retorno em renda fixa

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Quanto mais dedicamos tempo ao estudo da educação financeira, mais percebemos o quanto é importante adotarmos práticas simples de controle e planejamento no dia a dia. Sem controle e sem planejamento, dificilmente veremos o dinheiro ser valorizado ao longo do tempo para a construção de patrimônio.

Entretanto, educação financeira não é só poupar; ela também mostra como é fundamental fazer boas escolhas na hora de investir. Os investimentos realizados de maneira equilibrada e constante podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso na busca pela independência financeira.

Hoje, muita gente se preocupa em conquistar bons resultados no curto prazo e deixa escapar boas oportunidades de aproveitar bons rendimentos por um longo período. Conhecer e ficar atento aos bons investimentos é tarefa fundamental para quem está antenado e sabe exatamente o que quer do futuro.

Um importante investimento é em LCI (Letras de Crédito Imobiliário), títulos privados de renda fixa lastreados em crédito de mercado imobiliário. Produtos com lastro são produtos com garantias e, no caso da LCI, a garantia é física (os próprios imóveis).

As Letras de Crédito são produtos conservadores, de baixo risco, muito procurados pelos investidores, pois reúnem diversas vantagens, tanto financeiras quanto tributárias, como:

  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Produtos conservadores atrelados ao CDI;
  • Sem incidência de taxa de administração;
  • Garantidos pelo FGC em até R$ 250 mil por conta.

No Banco Intermedium você encontra as melhores condições para aplicações em LCIs.  Faça uma simulação e descubra como investir em LCI pode ser vantajoso para você!

 

Fonte: Dinheirama

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Afinal, o que é FGC?

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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que foi constituída em 1995 com o objetivo de administrar recursos para dar proteção a titulares de créditos, fornecendo garantias sobre determinados tipos de investimentos. Ele nasceu em meio a uma reconfiguração do sistema financeiro, logo após a implementação do Plano Real.

De modo geral, o FGC visa proteger os investidores: aqueles com depósitos e aplicações em conta corrente, poupança, depósitos a prazo, letras de câmbio, LCAs, LCIs e letras hipotecárias até o limite da garantia ordinária (R$250 mil por conta em determinada instituição financeira).

Para dar conta da tarefa, o FGC arrecada, a título de contribuição mensal das instituições, um percentual de 0,0125%, aplicado sobre o montante dos saldos das contas correspondentes aos objetos da garantia. Esse percentual é definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) após estudos em conjunto entre o FGC e o Banco Central, considerando, entre outras, variáveis estatísticas e premissas adotadas por fundos garantidores de outros países.

Em 2009, o Conselho Monetário Nacional criou o Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC, conhecido pela sigla de DPGE, cujo limite é hoje de até R$ 20 milhões por aplicador. O papel do DPGE, assim como o FGC, é trazer garantias semelhantes às oferecidas aos pequenos investidores, mas para os investidores qualificados.

Desde sua criação, o Fundo Garantidor de Créditos já prestou garantia a mais de 4,1 milhões de credores e desembolsou R$ 4,897 bilhões para as ordinárias e R$ 4,77 bilhões para o DPGE, colaborando com o Banco Central no auxílio à manutenção e à solidez do sistema financeiro.

Os investimentos em renda fixa do Banco Intermedium contam com a cobertura do FGC. Os CDBs, LCIs e LCAs são garantidos pelo fundo em até R$ 250.000,00 por conta. Acesse o site e saiba mais sobre nossos produtos.

SELIC a 10,5% a.a. impulsiona aplicações em Renda Fixa

A alta da SELIC definida pelo Copom na ultima semana em 0,50 p.p., elevando a taxa de juros à 10,5%a.a., aquece o mercado de renda fixa.

Neste cenário, a poupança permanece inalterada: rendimento de 6,17%a.a. + TR.

Com a SELIC em alta, opções em renda fixa ganham mais destaque. As LCIs oferecem remuneração atrelada ao CDI – que acompanha a SELIC, com isenção de imposto de renda, além da garantia do FGC (mesma da poupança). Seu rendimento no Intermedium em 2013 foi de 8,07%a.a., mesmo com a SELIC oscilando entre 7,25 e 10%a.a. Com a SELIC em alta, e perspectiva de permanência, a tendência é que o rendimento para 2014 seja ainda mais elevado.

Confira o resultado da simulação de R$100.000,00 para 1 ano*:Imagem

Faça uma simulação e comprove os rendimentos.

*Cálculos realizados em 21/01/2014 no site de investimentos do Banco Intermedium. As taxas poderão sofrer alterações.

O Grande Momento da Renda Fixa Isenta de IR

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Com a alta da Selic em 10% ao ano, determinada pelo COPOM no mês de novembro, e perspectiva de aumento para os próximos períodos, os produtos de renda fixa, principalmente Letras de Crédito Imobiliário (LCI), ganharam ainda mais destaque no mercado financeiro. As LCIs são uma excelente opção de investimento, pois são isentas de imposto de renda para pessoa física, possuem a proteção do FGC no limite de R$ 250.000,00 e ótima rentabilidade. É importante lembrar que apenas bancos com lastro imobiliário podem atuar com essa modalidade de investimento, por isso é considerado um produto escasso no mercado. Neste cenário, o Banco Intermedium possui um diferencial competitivo muito evidente, sua forte atuação no segmento imobiliário permite oferecer para seus clientes investidores a opção de LCI com taxas atrativas e baixo risco de crédito.

O Banco Intermedium oferece a seus clientes investidores uma ótima oportunidade de rentabilizar suas aplicações através das LCIs.

Acesse o site e faça uma simulação. >> http://ow.ly/s4EBG

O que fazer com o 13º salário?

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O final do ano está aí, e com ele vem o tão esperado 13° salário. Também conhecido como gratificação de natal, o benefício existe desde 1965, e ajuda os trabalhadores a aliviar as contas e a se planejar para o próximo ano. O valor recebido se refere ao salário do mês anterior, e é ajustado proporcionalmente em 1/12 avos de fevereiro a novembro. A primeira parcela da bonificação deve ser paga até o dia 30 de novembro. Se o trabalhador estiver de férias neste período, deve solicitar, por escrito, o adiantamento da primeira parcela do 13° salário no mês de janeiro do ano correspondente.

As despesas extras típicas desta época também chegam com força total. Economistas recomendam, entretanto, que o 13° salário seja direcionado ao pagamento de dívidas. É altamente aconselhável que o dinheiro não seja gasto sem controle. 

Em entrevista ao Correio do Povo, o consultor em finanças pessoais e economista Alfredo Meneghetti Neto analisa a destinação do 13º salário sob três pontos de vista: o dos que possuem dívidas, dos equilibrados e dos que não têm débitos.

Para os que estão com muitas dívidas, o economista recomenda a negociação com os credores. Existem fóruns oficiais em várias cidades responsáveis por este processo. Renegociar o débito é importante, além de amortizar a dívida com o 13º salário. Já para os trabalhadores em situação de equilíbrio, Meneghetti indica a realização de compras à vista e a antecipação de compras inevitáveis. Isso porque os preços tendem a aumentar devido à alta demanda por eles. Por fim, para os que não possuem dívidas, o aconselhável é investir. Quem não tem preocupação em quitar dívidas ou pagar contas altas, pode aplicar o 13º salário em investimentos como a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) ou o Certificado de Depósito Bancário (CDB), que oferecem segurança e bons rendimentos ao investidor.

Renda Fixa X Poupança X Tesouro Direto

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Antes de investir, é importante conhecer as modalidades disponíveis no mercado para entender as vantagens e especificidades de cada uma delas. Avaliar as opções para fazer a escolha correta de acordo com o seu perfil de investidor é essencial. Por isso, este post irá falar sobre alguns tipos de investimento bastante procurados: Renda Fixa (LCI, CDB e Tesouro Direto) e Poupança.

Renda fixa

O investimento em renda fixa é caracterizado por títulos que pagam, em períodos definidos, certa remuneração. Para entender melhor, imagine que os títulos são empréstimos: quando você compra um título de renda fixa, você empresta dinheiro ao emissor (um banco, por exemplo). Os juros cobrados são a remuneração recebida pelo empréstimo do dinheiro, em um período já estabelecido. Os títulos dessa modalidade são pouco suscetíveis à volatilidade dos mercados, ao contrário dos investimentos em rendas variáveis, nos quais se pode até perder dinheiro. Independente do perfil do investidor, os produtos de renda fixa são excelentes opções. Exemplos de produtos de renda fixa são o Certificado de Depósito Bancário (CBDs) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).

CDB e LCI

O CDB é um investimento que oferece liquidez diária após um determinado período de carência que pode ser de 30, 180 ou 360 dias.

Quanto mais tempo o recurso permanecer aplicado, maior será a rentabilidade, devido à tabela regressiva de Imposto de Renda.

Já as LCIs são isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, garantindo melhor rentabilidade. As operações são feitas por prazos fechados que podem ser de 60 a 360 dias, não sendo possível resgate antecipado. Assim como o CDB, a LCI é um produto livre de tarifas, taxas de administração ou performance.

Estas duas modalidades de investimento são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em até R$ 250 mil por conta. Para ajudar a mensurar o rendimento de uma aplicação em LCI ou CBD, faça uma simulação: http://bit.ly/SimuladorInvestimento

Poupança

A Poupança, investimento mais popular entre os brasileiros, é isenta de imposto de renda e possui rendimento mensal. Apesar de o dinheiro aplicado na poupança poder ser resgatado a qualquer momento, se isso acontecer fora do dia do aniversário do depósito, que ocorre a cada 30 dias, o investidor perderá o rendimento daquele mês.

Esta modalidade oferece baixa rentabilidade. Atualmente, o rendimento fixo da poupança é de 0,50% ao mês mais a Taxa Referencial (TR).

Assim como nos investimentos em CDB e LCI, o FGC garante ao investidor o valor de até R$ 250 mil por instituição financeira.

Tesouro Direto

Por último, o Tesouro Direto é o formato online do Tesouro Nacional, destinado a investidores que desejam comprar títulos públicos via corretora. Nos dias de hoje, existem dois tipos de títulos: as notas, de prazos mais longos, e as letras, de prazos mais curtos. Esses títulos possuem divisões, que possibilitam ao investidor optar por letras que são mais favoráveis em cenários de alta de juros e letras que oferecem mais rentabilidade em cenário de juros baixos.

Os títulos do Tesouro têm remuneração pré-definidas, sendo que o valor dos títulos oscila no tempo. De acordo com as modificações no cenário econômico, eles sofrem valorização ou desvalorização. São aplicações de longo prazo que se resgatadas antes do vencimento final do papel, podem ter sua rentabilidade comprometida.

Letras de Crédito Imobiliário X Fundo de Investimento Imobiliário

Imagem Existem várias opções de investimento no mercado financeiro. Na hora de escolher em qual aplicar seu capital, é necessário compreender as características de cada um, bem como suas vantagens e rentabilidade. Conheça duas modalidades de investimento, as Letras de Crédito Imobiliário e os Fundos Imobiliários:

As Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) são papeis de renda fixa lastreados em créditos imobiliários, garantidos por hipotecas ou por alienação fiduciária de um bem imóvel. Ou seja, as instituições financeiras usam parte das carteiras de créditos imobiliários como lastro para uma aplicação financeira. Assim, os recursos aplicados são direcionados para financiamentos habitacionais. Os tomadores de crédito deste produto têm direito de crédito pelo valor nominal, juros e atualização monetária.

As LCIs são atrativas por serem isentas de imposto de renda para pessoas físicas. Além disso, o produto é sem tarifas, taxas de administração ou performance. No caso das pessoas jurídicas, a tributação é igual a de renda fixa, começando com alíquotas de 22,5% para aplicações de até 180 dias, até 15% para prazos superiores a 720 dias.

Os investimentos em LCIs são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em até R$250 mil por conta, o que dá ao investidor mais segurança e, consequentemente, torna o produto menos volátil.

Já os Fundos de Investimentos Imobiliários são fundos em que o patrimônio é aplicado na compra de imóveis para aluguel. Ao adquirir cotas de um fundo imobiliário, o investidor participa de todos os empreendimentos na carteira desse fundo. A modalidade de investimento é aplicada sobre negócios imobiliários como shoppings, hospitais ou edifícios comerciais. O retorno do capital investido advém da distribuição de resultados do fundo ou pela venda das suas cotas.

O investimento no fundo pode ser realizado por qualquer pessoa, sendo que o valor mínimo depende do Fundo Imobiliário escolhido. Além disso, o rendimento varia de um fundo para outro. Se a pessoa física é cotista, é isenta de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos. Mas, para conseguir tal isenção, alguns requisitos devem ser cumpridos: as cotas devem ser negociadas em bolsas de valores ou no mercado de balcão organizado, precisam ter no mínimo 50 cotistas e o investidor não pode captar mais que 10% das cotas. Caso o investidor venda a cota com valorização, ele deverá pagar 20% de IR sobre o ganho líquido, caracterizado como ganho de capital. Para investir nesta modalidade, você precisa ser cliente de uma corretora que negocie este produto.

Algumas das desvantagens do Fundo Imobiliário são a falta de liquidez e oscilação do mercado secundário. Determinados fundos são pouco negociados na Bolsa e, em caso de necessidade de retirar seu dinheiro com urgência, pode existir dificuldade em vender as cotas. Além disso, existe a possibilidade de o inquilino não pagar, ou até mesmo de o imóvel ficar vago por muito tempo.