Selic vai a 10,75%, maior nível em três anos

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Em linha com o que previa a maioria dos economistas privados e os operadores do mercado financeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou o juro básico em 0,25 ponto percentual, de 10,5% ao ano para 10,75% ao ano.

No comunicado divulgado após a decisão, o colegiado presidido por Alexandre Tombini, diz que: “Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,25 ponto, para 10,75% ao ano, sem viés”.

A elevação da taxa Selic torna mais atrativos os fundos de investimentos, em comparação com a poupança. Pela regra atual, quando a taxa Selic está maior que 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a taxa referencial (TR) tipo de taxa variável. Essa fórmula está em vigor desde agosto de 2013, quando a Selic foi reajustada para 9% ao ano. Quando os juros básicos da economia estão iguais ou inferiores a 8,5% ao ano, a caderneta rende 70% da taxa Selic mais a TR.

No caso das aplicações pós-fixadas, a remuneração é atrelada à Selic ou à taxa CDI, que costuma se aproximar da Selic. Desse modo, investimentos em CDBs e LCIs tornam-se mais vantajosos. Confira no simulador como fica a comparação com a poupança. 

 

FONTES: Valor Econômico e Brasil Econômico

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LCI: investimento com ótimo retorno em renda fixa

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Quanto mais dedicamos tempo ao estudo da educação financeira, mais percebemos o quanto é importante adotarmos práticas simples de controle e planejamento no dia a dia. Sem controle e sem planejamento, dificilmente veremos o dinheiro ser valorizado ao longo do tempo para a construção de patrimônio.

Entretanto, educação financeira não é só poupar; ela também mostra como é fundamental fazer boas escolhas na hora de investir. Os investimentos realizados de maneira equilibrada e constante podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso na busca pela independência financeira.

Hoje, muita gente se preocupa em conquistar bons resultados no curto prazo e deixa escapar boas oportunidades de aproveitar bons rendimentos por um longo período. Conhecer e ficar atento aos bons investimentos é tarefa fundamental para quem está antenado e sabe exatamente o que quer do futuro.

Um importante investimento é em LCI (Letras de Crédito Imobiliário), títulos privados de renda fixa lastreados em crédito de mercado imobiliário. Produtos com lastro são produtos com garantias e, no caso da LCI, a garantia é física (os próprios imóveis).

As Letras de Crédito são produtos conservadores, de baixo risco, muito procurados pelos investidores, pois reúnem diversas vantagens, tanto financeiras quanto tributárias, como:

  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Produtos conservadores atrelados ao CDI;
  • Sem incidência de taxa de administração;
  • Garantidos pelo FGC em até R$ 250 mil por conta.

No Banco Intermedium você encontra as melhores condições para aplicações em LCIs.  Faça uma simulação e descubra como investir em LCI pode ser vantajoso para você!

 

Fonte: Dinheirama

Afinal, o que é FGC?

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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que foi constituída em 1995 com o objetivo de administrar recursos para dar proteção a titulares de créditos, fornecendo garantias sobre determinados tipos de investimentos. Ele nasceu em meio a uma reconfiguração do sistema financeiro, logo após a implementação do Plano Real.

De modo geral, o FGC visa proteger os investidores: aqueles com depósitos e aplicações em conta corrente, poupança, depósitos a prazo, letras de câmbio, LCAs, LCIs e letras hipotecárias até o limite da garantia ordinária (R$250 mil por conta em determinada instituição financeira).

Para dar conta da tarefa, o FGC arrecada, a título de contribuição mensal das instituições, um percentual de 0,0125%, aplicado sobre o montante dos saldos das contas correspondentes aos objetos da garantia. Esse percentual é definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) após estudos em conjunto entre o FGC e o Banco Central, considerando, entre outras, variáveis estatísticas e premissas adotadas por fundos garantidores de outros países.

Em 2009, o Conselho Monetário Nacional criou o Depósito a Prazo com Garantia Especial do FGC, conhecido pela sigla de DPGE, cujo limite é hoje de até R$ 20 milhões por aplicador. O papel do DPGE, assim como o FGC, é trazer garantias semelhantes às oferecidas aos pequenos investidores, mas para os investidores qualificados.

Desde sua criação, o Fundo Garantidor de Créditos já prestou garantia a mais de 4,1 milhões de credores e desembolsou R$ 4,897 bilhões para as ordinárias e R$ 4,77 bilhões para o DPGE, colaborando com o Banco Central no auxílio à manutenção e à solidez do sistema financeiro.

Os investimentos em renda fixa do Banco Intermedium contam com a cobertura do FGC. Os CDBs, LCIs e LCAs são garantidos pelo fundo em até R$ 250.000,00 por conta. Acesse o site e saiba mais sobre nossos produtos.

SELIC a 10,5% a.a. impulsiona aplicações em Renda Fixa

A alta da SELIC definida pelo Copom na ultima semana em 0,50 p.p., elevando a taxa de juros à 10,5%a.a., aquece o mercado de renda fixa.

Neste cenário, a poupança permanece inalterada: rendimento de 6,17%a.a. + TR.

Com a SELIC em alta, opções em renda fixa ganham mais destaque. As LCIs oferecem remuneração atrelada ao CDI – que acompanha a SELIC, com isenção de imposto de renda, além da garantia do FGC (mesma da poupança). Seu rendimento no Intermedium em 2013 foi de 8,07%a.a., mesmo com a SELIC oscilando entre 7,25 e 10%a.a. Com a SELIC em alta, e perspectiva de permanência, a tendência é que o rendimento para 2014 seja ainda mais elevado.

Confira o resultado da simulação de R$100.000,00 para 1 ano*:Imagem

Faça uma simulação e comprove os rendimentos.

*Cálculos realizados em 21/01/2014 no site de investimentos do Banco Intermedium. As taxas poderão sofrer alterações.

O que você precisa saber para iniciar um negócio?

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Abrir e gerir uma empresa exige um conjunto de habilidades e conhecimentos. É preciso entender o mercado, o público que se deseja atingir e planejar bem o negócio. 
Uma boa gestão considera estratégias de marketing, um fluxo de caixa controlado e passa também por muita criatividade e inovação. 
O Sebrae criou um roteiro para facilitar a abertura da sua empresa. O site Quero Abrir um Negócio ajuda quem ainda não sabe por onde começar e aquele que já escolheu em que ramo atuar. 

Despertando o espírito empreendedor

O futuro da empresa depende dos cuidados de seu dono. O perfil e o talento do futuro empresário são fundamentais para o sucesso do negócio. 
Ter um espírito criativo e pesquisador é uma das qualidades fundamentais de um empreendedor. 
A essência do empresário de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com as necessidades dos clientes e a melhoria dos produtos e serviços.

Faça o teste e descubra as competências que você precisa desenvolver para conduzir um negócio: http://ow.ly/klS7v 

Reúna informações para começar bem

Antes de dar entrada na papelada para abrir o negócio, o empreendedor precisa saber se seu negócio é viável. Para isso, deve coletar informações, que darão subsídio à elaboração do plano de negócios, documento que ajuda a tornar a empresa realidade. 
O futuro empresário deve realizar uma pesquisa de mercado, identificando o melhor local para abrir o empreendimento e quem são seus concorrentes, fornecedores e consumidores e quais suas necessidades. O levantamento desses dados é um passo importante, que ajuda a solidificar o projeto. 
Esta etapa ajuda ao empreendedor a conhecer o mercado, planejar bem a empresa, enxergar as oportunidades de negócio, saber quanto deverá dispor para iniciar o projeto e compreender como a economia poderá afetar a iniciativa.

Conheça a definição e aplicação da pesquisa de mercado a fim de melhorar as vendas: http://ow.ly/klSx3 

Defina o conceito e planeje o seu negócio

O empreendedor deve construir um plano de negócio, onde organiza as informações coletadas sobre a empresa que deseja montar. O planejamento proporciona uma visão mais clara e consistente sobre o desenvolvimento da empresa em metas alcançáveis. Esses dados devem ser discutidos na consultoria de viabilidade.
No plano de negócio ficam registrados o conceito do negócio, os riscos, os concorrentes, o perfil da clientela, as estratégias de marketing e o plano financeiro que viabilizará o novo empresa. E lembre-se que o plano de negócio não é um documento fechado em uma gaveta, mas um projeto vivo que você deve manter sempre atualizado.

Como elaborar um plano de negócio: http://ow.ly/klSOz 

Proteja os investimentos do seu negócio

A formalização gera oportunidades e ganhos para o negócio. A empresa formal tem mais chances de fechar parcerias, acessar a linhas de crédito, exportar e receber subsídios do governo. É mais segurança para os investimentos feitos na empreitada, que viverá em conformidade com as leis federais e estaduais. 
A informalidade é um risco para o empreendedor. Por exemplo, as mercadorias podem ser apreendidas pelo poder público e fica limitada a possibilidade de crescimento e de divulgação. A legalização de empresas depende da legislação de cada estado.

Guia prático para o registro de empresas: http://ow.ly/klT0M 

 

Saiba mais em http://ow.ly/klTaM 

Fonte: Sebrae 

 

FGC garante depósitos bancários e investimento em CDB; use-o a seu favor

ImagemQual a importância do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para os pequenos investidores, como você? Em seu site, o fundo define a sua “missão institucional” em três tópicos:

  • Proteger depositantes e investidores no âmbito do Sistema Financeiro Nacional, até os limites estabelecidos pela regulamentação;
  • Contribuir para a manutenção da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional;
  • Contribuir para prevenção de crise bancária sistêmica

O primeiro tópico é o que mais chama atenção dos investidores. Na prática, o que ele diz é que o FGC garante os depósitos em conta corrente e aplicações como a poupança, CDB (Certificado de Depósito Bancário) e LCI (Letras de Créditos Imobiliários) até o limite estabelecido (que atualmente está em R$ 70 mil). Ou seja, se você aplica em um banco e ele acaba quebrando, o fundo arca com até R$ 70 mil do investimento.

Esta garantia permite uma tranquilidade maior na hora do investidor escolher onde irá aplicar. Os grandes bancos, teoricamente mais sólidos e com um risco de crédito menor, também oferecem taxas mais baixas aos que compram seus títulos. É comum encontrar CDBs nas maiores instituições financeiras do País que pagam 80% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Hoje, com o CDI em 6,99% ao ano, isso equivale a 5,59% ao ano – ou menos que a inflação do ano passado. Se analisar bem, quem investiu em um título com esse rendimento não teve ganho de patrimônio – seu poder de compra, na verdade, foi corroído.

Já as instituições menores costumam oferecer uma rentabilidade melhor quando emitem títulos para se capitalizarem. É possível encontrar, em bancos médios, CDBs que pagam até 115% do CDI, dependendo do prazo que o investidor permanece com a aplicação. A importância do FGC para o pequeno investidor está justamente no fato de permitir que ele tenha acesso a taxas atrativas, em bancos de menor porte, com um risco de crédito mitigado por esta garantia. “Uma palavra que gosto é ‘democratização’”, afirma o presidente da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Renato Oliva. “Nós precisamos democratizar as oportunidades do pequeno investidor. E o FGC contribui para isso.”

Sobre o fundo
O FGC foi criado em 1995 e é administrado pelos próprios bancos, que contribuem com uma parcela de seus depósitos para compor o patrimônio do fundo. A ideia é dar tranquilidade aos investidores para aplicarem seu dinheiro sem o risco de precisarem travar uma batalha na Justiça para reaver as suas economias em caso de falência do banco.

Aplicações garantidas e limite de R$ 70 mil
Entre os investimentos que são cobertos, estão as aplicações em conta corrente, caderneta de poupança, CDB (Certificado de Depósito Bancário) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário), além das letras hipotecárias e as letras de câmbio.

É importante lembrar que a restituição dos valores cobertos pelo FGC não é imediata e pode levar alguns meses. Esse prazo depende do processo de análise dos documentos do banco que foi liquidado, ou está sob intervenção. A análise é feita pelo interventor nomeado pelo Banco Central e pelo próprio FGC.

Além disso, existem algumas regras específicas para o pagamento da indenização. Em primeiro lugar, o ressarcimento de R$ 70 mil é válido por CPF e por instituição financeira. Quem tiver aplicações na poupança e no CDB no mesmo banco, por exemplo, será ressarcido de acordo com a soma das duas aplicações, sempre limitado a R$ 70 mil.

Outra regra é que os cônjuges são considerados pessoas distintas, seja qual for o regime de bens do casamento. Ou seja, em caso de titularidade conjunta de cônjuges, cada um receberá até R$ 70 mil, respeitando o saldo que havia na conta.

Já no caso das contas conjuntas cujos titulares não sejam cônjuges ou dependentes, o valor da garantia é limitado a R$ 70 mil dividido pelo número de titulares. No caso de uma conta com quatro titulares com saldo de R$ 70 mil, por exemplo, o valor será dividido de forma igual entre os quatro.

Fonte: Infomoney | Por Diego Lazzaris Borges | De São Paulo

 

10 livros para a acertar na hora de investir

Pensando em investir seu dinheiro em 2012? O portal Exame fez uma lista de 10 livros indicados para investidores. Não deixe de ler para acertar na hora de investir, confira a lisa:

1º “O Investidor Inteligente” é o livro de cabeceira de Buffett:

2º Mesmo criticado, “Pai Rico, Pai Pobre” virou best-seller:

3º “Os Axiomas de Zurique” revela os dogmas seguidos por banqueiros suíços:

4º “Iludido pelo Acaso” trata do papel da sorte nos mercados:

5º “Desafio aos Deuses” revela a história da gestão de riscos:

6º Em “O Novo Modelo dos Mercados Financeiros”, Soros mostra as razõres para as crises nos mercados:

“Finanças Comportamentais” explica por que os investidores erram na hora de aplicar o dinheiro:

8º “Comprar ou Vender” ensina análise técnica básica:

“Estrutura e Análise de Balanços” ajuda a entender os analistas:

10º Escrito por um psicólogo, “Trade your way to financial freedom” traz técnicas de investimento:

Boa leitura 😉