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Conheça o novo Blog do Banco Intermedium!

Acesse: https://www.intermedium.com.br/blog.jsf e fique por dentro das novidades do mercado financeiro!

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Dinheiro no Exterior

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Viajar para o exterior, curtir férias em família, fazer compras, viajar para uma lua de mel. Os brasileiros estão, cada vez mais, experimentando novos destinos turísticos internacionais. No balanço geral de 2012, os brasileiros deixaram US$ 22,2 bilhões fora do país, novo recorde na série histórica iniciada em 1947. Em 2011, os gastos dos brasileiros somaram US$ 21,2 bilhões.

Para realizar uma viagem para o exterior é preciso muito planejamento, um roteiro, e claro, uma boa reserva financeira. Para tanto, traçamos algumas dicas de como utilizar melhor o seu dinheiro fora do país, de acordo com seu perfil e necessidade. Primeiramente, é bom lembrar que todo viajante entrando ou saindo do Brasil, com recursos em espécie, cheques ou cheques de viagem, em moeda nacional ou estrangeira, em montante de até R$ 10.000,00, não precisa fazer nenhum tipo de declaração. No entanto, caso o valor seja superior a R$ 10.000,00, o viajante é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Porte de Valores (e-DPV). (Para mais informações acesse o site da Receita Federal).

Dinheiro Vivo

Geralmente, levar todo o seu dinheiro em espécie (dinheiro vivo) é mais arriscado, já que há riscos de perda ou roubo. O mais interessante é sempre ter mais de uma opção de acesso ao seu dinheiro, como, por exemplo, carregar junto com o dinheiro vivo um cartão de crédito, de débito ou um cartão Visa Travel Money (VTM).

Prós: Caso seu cartão de crédito ou débito não funcione, um pouco de dinheiro vivo é fundamental. Com dinheiro vivo no bolso você não precisa se preocupar em retirar dinheiro de caixas automáticos.

Contras: Segurança. Caso você perca ou tenha uma grande quantidade do seu dinheiro roubado, seu sonho de viagem pode se tornar uma grande dor de cabeça.

Cartão de Crédito Internacional

O Cartão de Crédito é uma opção para pagamento quase indispensável. Quando se trata de compras no exterior, acaba se tornando uma opção mais cara em decorrência da cobrança de IOF (6,38%), além da cotação da moeda poder sofrer fortes oscilações na data da fatura (qualquer desvalorização significativa da moeda nacional irá resultar num débito muito maior que o esperado). Mesmo assim, é fundamental que se tenha um em casos emergenciais.

Prós: São aceitos na maioria dos estabelecimentos do mundo. Para quem visa arrecadar pontos no programa de Milhagem, pode ser uma boa opção nas compras.

Contras: A desvalorização da moeda nacional, ou a valorização da moeda estrangeira pode render surpresas na fatura do Cartão de Crédito. A cobrança do IOF em 6,38% é bastante significativa, por isso deve ser tratada com atenção.

Cartão de Débito

Uma modalidade que cada vez ganha mais adeptos é a utilização do cartão bancário comum (o de débito) em agências do exterior ou nos chamados caixas ATM. Assim, o Cartão de Débito pode ser uma boa opção para quem viaja. Além da praticidade, costuma ser uma saída mais atrativa, com taxas de câmbio melhores que as dos cartões de crédito e casas de câmbio. Há ainda a vantagem de se conseguir exatamente a moeda local. As taxas e procedimentos variam de banco para banco.

Estes cartões também podem ser utilizados para pagar as compras em muitos países. Usando essa opção você terá uma cotação muito boa, o IOF é 0,38% e evitará os US$2,5 cobrados por cada saque com o cartão de débito. Isso sem falar que, a pessoa não “corre o risco” de voltar com dólares para casa.

Prós: A conveniência de usar o mesmo cartão de débito do Brasil da mesma forma no exterior. A segurança também deve ser levada em conta. A cotação do dólar se aproxima mais do dólar comercial e o IOF é de apenas 0,38%.

Contras: O funcionamento do cartão de débito do Brasil no exterior ainda não é perfeito e é sempre bom possuir uma outra opção de pagamento.

Cartão de Débito Recarregável – Visa TravelMoney (VTM)

O “Visa TravelMoney” funciona como um cartão de débito nacional, mas que pode ser usado da mesma maneira no exterior. Ele é aceito em qualquer lugar que aceite cartão Visa ou Visa Plus e na maioria dos caixas automáticos do mundo. Com ele você pode retirar dinheiro a qualquer hora e em qualquer lugar do mundo. O cartão tem uma taxa de U$ 2,5 dólares, ou € 2,5 euros para cada saque dependendo do país, porém, quando usado como cartão de débito nenhuma taxa extra é cobrada. O cartão também oferece um telefone 24 horas em português, em caso de emergências, e, diferente do cartão de crédito, a conversão da moeda é feita na hora do saque ou uso. Outras duas boas vantagens do cartão é que ele pode ser recarregado, e caso você tenha gasto mais que o esperado, você pode recarregar o cartão à distância ou pedir para alguém recarregar ele para você do Brasil.

Prós: Aceito em qualquer estabelecimento ou caixa automático que trabalhe com Visa. A Conversão de moeda é feita na hora em que for usado. Pode ser recarregado sem custos quantas vezes for preciso (mesmo se estiver no exterior).

Contras: A cotação deixa a desejar, já que é a mesma usada para a compra de moeda estrangeira no Brasil. Em alguma raríssima exceção o cartão pode não funcionar, por isso é importante ter alguma outra maneira de acessar seu dinheiro para ter uma viagem tranquila.

Traveller Checks

Comuns em países como Estados Unidos, os cheques de viagem (traveller checks) estão perdendo espaço para os cartões pré-pagos (VTM), mas ainda são uma das formas mais seguras de se levar dinheiro ao exterior, já que contam com garantia de reembolso no caso de roubo ou perda e a possibilidade de troca sem comissões ou taxas. Funcionam como um cheque comum, que pode ser trocado por dinheiro em espécie ou usado para pagamentos em hotéis, empresas de serviço e comércio no mundo todo. A principal desvantagem é que a cotação é a mesma usada para a compra de moeda estrangeira no Brasil, que torna a opção cara.

Prós: Em caso de perda ou de roubo dos cheques você ainda consegue retirar o dinheiro através de um número de série. Caso você volte para o Brasil com Travel Cheques que não foram usados, você pode facilmente trocar eles por dinheiro no Brasil.

Contras: O custo é relativamente alto, já que a cotação é a mesma usada para a compra de moeda estrangeira no Brasil. Em alguns países e cidades os cheques não são amplamente aceitos e você pode ter problemas para trocá-los. Dependendo do estabelecimento, uma alta comissão pode ser cobrada para trocar seu cheque por dinheiro.

Abrir Conta Bancária no Exterior

Para os residentes em países estrangeiros, ou até mesmo para aqueles que viajam inúmeras vezes para o exterior, há ainda uma excelente opção para pagamento das despesas da viagem: a abertura de conta corrente no exterior. Para abrir conta em um Banco nos Estados Unidos, por exemplo, basta levar o passaporte e um comprovante de residência (alguns bancos podem solicitar o Social Security Card). Com a conta corrente, o usuário pode sacar a moeda na cotação do dólar comercial, ou ainda utilizar a opção “débito” do cartão na mesma cotação, sem nenhuma tarifação de IOF.

Prós: Com a conta corrente, a pessoa fica isenta das cobranças de IOF e ainda consegue moeda local na cotação do dólar comercial. É, sem dúvida, a melhor opção para quem viaja muito para os Estados Unidos, por exemplo.

Contras: Requer tempo e disposição para a abertura de conta e, caso necessário, seu encerramento.

Fonte: 1ª Edição do Internews, o informativo eletrônico do Banco Intermedium.

Banco Intermedium inaugura mais cinco Lojas de Crédito Imobiliário pelo país

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O Crédito Imobiliário do Banco Intermedium amplia sua atuação em Minas Gerais e no país com a abertura de mais cinco lojas: em Uberlândia, Contagem, Belo Horizonte, São José dos Campos e Campo Grande.

A inauguração das lojas dá continuidade ao projeto que objetiva a abertura de 40 lojas de Crédito Imobiliário no país ainda este ano. A loja de Contagem terá foco nos empresários do Ceasa, por estar situada próxima a eles. A próxima cidade a receber loja de Crédito Imobiliário é Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Agora, os clientes de Contagem, Uberlândia, São José dos Campos e Campo Grande contam com toda a praticidade e segurança do Intermedium na hora de financiar um imóvel ou tomar crédito por meio do refinanciamento imobiliário. Além disso, as Lojas oferecem o FGTS Intermedium – Minha Casa Minha Vida e os Seguros MIP (Morte e Invalidez Permanente) e DFI (Danos Físicos do Imóvel).

Confira os endereços das novas lojas:

Belo Horizonte: Av. Bandeirantes, 722, Loja 02 – Sion.

Contagem: Av. Antônio José da Rocha, 299 – Distrito Industrial Dr. Hélio Pentagna Guimarães.

Uberlândia: Rua Francisco Galassi, 980, Loja 5 – Morada da Colina.

São José dos Campos: Rua Joaquim Antônio de Alvarenga, 251, sala 01 – Jardim Satélite

Campo Grande: Rua da Paz, 491 – Jardim dos Estados

Faça uma visita para conhecer as lojas. Lá, você pode simular os empréstimos e esclarecer suas dúvidas.

Plano Empresário Banco Intermedium

ImagemO Banco Intermedium inaugura nova modalidade de crédito, o Plano Empresário, que consiste em financiar empreendimentos, sejam estes comerciais ou residenciais, de incorporadoras ou construtoras, que necessitem de capital imediato para suas obras.

Com este novo produto, o Banco Intermedium passa a atender toda a cadeia de Crédito Imobiliário, desde construtoras/incorporadoras até o cliente final, fomentando a atividade de construção civil em todo território nacional.

No início do ano, foi assinado mais um contrato de Plano Empresário do Banco Intermedium. A Talent Construtora, com sede em Belo Horizonte, irá contar com o apoio do Banco na construção de um empreendimento residencial na zona sul da cidade, com alto padrão de qualidade e sofisticação. O edifício de 18 andares, que já tem cerca de 20% da obra concluída, deverá ser finalizado em até 29 meses.

Fundada há cerca de cinco anos, a Talent Construtora atua de maneira diferenciada no mercado, apostando em projetos arquitetônicos personalizados e inovadores.

Para mais informações sobre o Plano Empresário, ligue (31) 2138-7947.

Entenda o que é o refinanciamento imobiliário

O Banco Intermedium oferece um produto diferenciado para quem precisa de crédito fácil e rápido: o CredFlex, que oferta crédito por meio do refinanciamento imobiliário. Também conhecido como empréstimo com garantia, o refinanciamento é uma linha de crédito inovadora, na qual você usa seu imóvel residencial ou comercial como garantia para conseguir o crédito que precisa. E para isso, não é necessário que você saia do imóvel. Por ser uma maneira fácil, segura e rápida de se ter capital, o refinanciamento de imóvel é a linha de crédito que mais cresce no país. Consolidar dívidas, levantar capital de giro e reformar o imóvel são só algumas das finalidades do refinanciamento.
O Intermedium é pioneiro em refinanciamento de imóveis no Brasil e conta com taxas mais baixas que o cheque especial, cartão de crédito e linhas de crédito tradicionais. Com o CredFlex, você adquire crédito sem burocracia. Conheça as etapas:

– Análise de crédito
– Avaliação e análise jurídica do imóvel
– Assinatura do contrato e liberação do crédito

Entre no site e faça uma simulação >>http://ow.ly/irPEO.

Por Dentro do Mercado Financeiro

Se você gosta de história, estuda ou trabalha nas áreas de Administração, Contabilidade e Economia, selecionamos 7 documentários para você ficar por dentro do mercado financeiro e de suas curiosidades, entender os seus fundamentos.

 

1. I.O.U.S.A

Ótimo documentário sobre a dívida americana, acompanhando o ex-chefe da contabilidade do governo David Walker, o diretor Patrick Creadon tem grande êxito ao fazer a ponte entre um assunto tão “cascudo” e a população. No filme, aparecem depoimentos de gente de grife como Warren Buffett, Alan Greenspan, Paul O’Neill, Robert Rubin e Paul Volcker.

[blip.tv http://blip.tv/play/Adb1EAI width=”560″ height=”315″]

 

2. Dinheiro como Dívida

O vídeo revela os mitos e os conceitos relativos à história do dinheiro. Todos gostam de dinheiro,  todos precisam e dependem dele. O que quase ninguém percebe são seus fundamentos. O que é o dinheiro e de onde é que ele vem? Este documentário traz uma introdução simples e fácil de entender sobre o que realmente é o dinheiro, de como ele é criado e de que forma chegamos ao patamar atual.

As demais partes você encontra aqui:

Parte 2 | Parte 3 | Parte 4 | Parte 5

 

3. Crash Course (Inflation)

O documentário aborda as causas da inflação e a relação do aumento de preços com a oferta de dinheiro. São temas de enorme importância na economia que foram explorados de forma clara e muito inteligente no documentário.

 

4. Frontline: Inside the Meltdown

O documentário mostra como o governo americano respondeu a última crise econômica. São abordados temas como a nacionalização Fredide Mac, Fannie Mae e Bear Stearns. É dirigido pelo diretor Michael Kirk

As demais partes você encontra aqui:

Parte 2 | Parte 3 Parte 4 | Parte 5 | Parte 6


5. The American Dream

Entenda um pouco melhor o sistema financeiro americano que influencia o mundo inteiro num engraçado e interessante vídeo que mostra “O sonho americano”.  O documentário explica o processo de criação do dinheiro de forma humorada sem se perder na complexidade do tema.

 

6. The Ascent of Money

O documentário é baseado no livro “The Ascent of Money”. Retrata a história do dinheiro e de como ele pode dominar nossas vidas. Defende que a evolução do crédito foi tão importante como qualquer inovação tecnológica.

 

7. Born Rich

Jovem herdeiro do império Johnson & Johnson conta como é ter pais bilionários. O filme consiste basicamente em entrevistas com dez jovens herdeiros de fortunas superiores a 1 bilhão de dólares nos Estados Unidos. O documentário conta ainda com a participação de Ivanka Trump e Georgina Bloomberg

Crédito com garantia de imóvel é mais barato

Por Marcos Burgui

Cresce entre os brasileiros a opção pelos empréstimos com garantia de imóvel. Com juros menores, a modalidade é indicada para quem precisa de recursos a fim de abrir ou ampliar um empreendimento ou mesmo quitar dívidas mais caras, como as contraídas no cartão de crédito ou no cheque especial. Economistas alertam, porém, que é preciso estar atento ao custo total da operação, valores cobrados pela instituição que concede o crédito e outras despesas, como o registro do contrato que transfere o imóvel dado em garantia para o nome da empresa que emprestou o dinheiro.

Com taxas de juros a partir de 1% ao mês, quando a média do consignado, a mais barata das linhas tradicionais, é de 3,5%, o empréstimo com garantia de imóvel tem ganhado espaço nas carteiras das instituições que oferecem o produto.

Só a Caixa Econômica Federal, que tem a linha desde 1966, em 2010 emprestou R$ 317 milhões, aumento de 379% em relação a 2009.

O Banco Intermedium, que tem no produto seu carro-chefe, registrou crescimento de 120% na comparação entre o primeiro trimestre deste ano e igual período de 2010, com o volume de empréstimos na casa dos R$ 85 milhões.

Crédito Imobiliário do Banco Intermedium cresceu 120% em 2011

A Brazilian Mortgages, que administra o BM Sua Casa, também especializada no produto, terminou 2010 com R$ 320 milhões emprestados, 82% a mais que em 2009.

Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), afirma que a taxa de juros é menor porque a garantia é o imóvel que o tomador do financiamento transfere para o nome da instituição em um sistema chamado de “alienação fiduciária”.

Por este mecanismo jurídico, aprovado em 1997 e implantado definitivamente no Brasil em 2004, enquanto o débito não é quitado, o imóvel fica “alienado” à instituição credora, que pode “tomá-lo” em questão de dias se a dívida não for honrada.

Oliveira lembra que o consumidor deve pesquisar o custo efetivo total da operação em cada banco, isto é, todas as taxas cobradas. Ele observa, ainda, que há custos da realização de um novo contrato, no qual a propriedade do bem é passada para a instituição que concedeu o crédito, e do registro do documento em cartório. As instituições também cobram pela avaliação do imóvel, além da incidência de 3% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Para o executivo da Anefac, o prazo do financiamento é uma das vantagens da modalidade. “Enquanto a maioria das linhas de crédito fica mais cara para período superior a 24 meses, esta permite concessões até 360 meses”, observa Oliveira.

Ricardo Torres, professor de economia da Brazilian Business School (BBS), sugere que a operação só seja realizada de maneira programada, para a ampliação de um negócio ou atividade que propicie renda ou em momento de extrema necessidade. “Trata-se, às vezes, do único imóvel da família, que a pessoa irá perder se não honrar o pagamento”, diz.

Ricardo Lerche Eleutério, professor de economia das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), vê a modalidade como uma alternativa no combate a dívidas com juros maiores como cheque especial ou cartão de crédito.

Eleutério observa, porém, que se há urgência do dinheiro, talvez o tomador tenha de optar por outro tipo de financiamento, de liberação mais rápida. “Quando há imóvel como garantia, o processo de avaliação e registro em cartório pode levar mais tempo, de 20 a 30 dias”, avalia.

O supervisor financeiro Alexandro de Souza, 36 anos, utilizou o produto para reformar um imóvel que pensava em vender, mas não encontrou proposta que o agradasse. Em abril de 2010, ele financiou R$ 120 mil em 120 meses, dando em garantia o imóvel que receberia as melhorias, avaliado em R$ 600 mil. Segundo ele, entre o primeiro contato com a instituição e a liberação do dinheiro passaram-se 35 dias.

Souza alerta que a linha só é indicada para pessoas com trabalho estável e renda mensal fixa. “Deixar de pagar, nem pensar porque o risco de perder o imóvel é real”, diz supervisor financeiro.

Fonte: Jornal da Tarde