SELIC a 10,5% a.a. impulsiona aplicações em Renda Fixa

A alta da SELIC definida pelo Copom na ultima semana em 0,50 p.p., elevando a taxa de juros à 10,5%a.a., aquece o mercado de renda fixa.

Neste cenário, a poupança permanece inalterada: rendimento de 6,17%a.a. + TR.

Com a SELIC em alta, opções em renda fixa ganham mais destaque. As LCIs oferecem remuneração atrelada ao CDI – que acompanha a SELIC, com isenção de imposto de renda, além da garantia do FGC (mesma da poupança). Seu rendimento no Intermedium em 2013 foi de 8,07%a.a., mesmo com a SELIC oscilando entre 7,25 e 10%a.a. Com a SELIC em alta, e perspectiva de permanência, a tendência é que o rendimento para 2014 seja ainda mais elevado.

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*Cálculos realizados em 21/01/2014 no site de investimentos do Banco Intermedium. As taxas poderão sofrer alterações.

Despesas de início de ano. Vale a pena parcelar ou pagar à vista?

Janeiro é um dos meses mais apertados para nosso orçamento. São muitas as despesas extraordinárias que se acumulam e podem surpreender até mesmo os mais organizados e disciplinados. Além do comprometimento com a fatura do cartão de crédito, após as festas de final de ano e férias, há despesas ainda mais onerosas: IPTU, IPVA, além das despesas escolares.

Tanto o IPTU quanto o IPVA possuem diferentes descontos para pagamentos à vista em cada região do país, que vão de 3% até 8% do total do imposto. Com tantas despesas acumuladas, é comum que o consumidor se pergunte se vale a pena pagar à vista ou parcelar os valores.

Antes de tudo, é necessário entender o perfil de cada um e o que cabe em seu orçamento. Se há recurso disponível na conta do consumidor, é interessante que ele opte pelo pagamento à vista, pois o desconto influi bastante no orçamento final. Mesmo que não possua o recurso em conta corrente, mas em alguma aplicação, como a poupança, vale a pena fazer o resgate de parte do investimento para quitar os impostos à vista. O ganho financeiro deverá ser maior do que se teria se o dinheiro continuasse aplicado e fosse resgatado aos poucos para pagamento. Em suma, se o consumidor tiver capital disponível deve fazer o pagamento à vista.

Quanto às despesas escolares, o melhor negócio é pesquisar. Os preços variam bastante entre os estabelecimentos (papelarias, livrarias e lojas de uniformes escolares). Depois das pesquisas, prevalece o bom senso na hora da compra (se há necessidade da troca de mochilas, uniformes, entre outros materiais), e aí sim o consumidor deve solicitar um desconto no total ou avaliar se vale a pena parcelar o valor (sem juros, é claro).Image

Gestores Recomendam Carteira Conservadora

A volta dos juros de dois dígitos e os receios em relação à economia doméstica fazem do caixa o destino preferido dos administradores de fortunas para os recursos investidos neste começo de ano. Isso significa que, na visão deles, neste início de 2014 os investidores, ao menos os de perfil moderado, deveriam manter uma fatia expressiva do portfólio indexada ao CDI. Esta foi a principal recomendação de nove alocadores de patrimônio ouvidos pelo Valor: Citi, HSBC, Itaú, Santander, UBS, Consenso, GPS, G5 e Taler. Na alocação sugerida pelo Itaú e pelo Santander, a fatia aplicada em títulos pós-fixados chega a 60%. Nas outras casas, é de pelo menos 35%.

A renda fixa, somados papéis prefixados e indexados à inflação, deve tomar de 50% a 81% da carteira do investidor moderado. Isso sem considerar a parcela investida em títulos públicos e privados pelos fundos multimercados, que também ocupam lugar de destaque nas carteiras. Eles estão nos portfólios de todas as casas, como destino de 12% a 40% do patrimônio investido. Para os alocadores, 2014 será um ano de volatilidade e sem grandes tendências. Ou seja, garantir retorno vai depender de movimentos táticos. A ordem é ter flexibilidade e liquidez para aproveitar oportunidades pontuais.

“Há muito tempo não ficávamos tão conservadores”, afirma Ennio Moraes, diretor de investimento do Citi. Para um cliente moderado, a sugestão é começar o ano com 40% dos recursos em títulos pós-fixados, muito acima dos 27% da recomendação padrão para esse perfil. “Pretendemos manter posições mais líquidas para aproveitar oportunidades em momentos de estresse”, diz Moraes.

Os pós-fixados ganham atratividade também na opinião de Flávio Souza, diretor executivo do private banking do Itaú, e devem compor uma parcela importante da alocação do investidor moderado. A Selic de volta aos dois dígitos, diz, garante nesse tipo de papel uma taxa ao redor de 4% acima da inflação esperada. A meta para os juros básicos, que começou o ano na mínima histórica de 7,25%, passou por seis altas sucessivas, chegando a 10% em novembro.

Na sugestão de alocação do Santander, os recursos em caixa passaram de 50% no começo de 2013 para 60% agora. “Será um ano com bastante incerteza. A recomendação é atravessá-lo com a carteira mais protegida, mais conservadora”, diz Sinara Polycarpo, superintendente de investimentos do Santander.

Na gestora de patrimônio Consenso, a alocação em caixa indicada aos clientes engordou ao longo do ano e chegou a 40%. “Em um momento de incerteza, com juros mais altos, a vontade de correr risco diminui e você fica mais animado com o retorno líquido e certo”, diz Ronaldo Caselli, sócio da casa.Image

Ainda na renda fixa, as taxas em títulos prefixados e indexados à inflação também estão mais atraentes do que no começo de 2013, apontam os alocadores. As NTN-Bs, títulos que pagam uma taxa prefixada mais a variação da inflação chegam a tomar 20% do patrimônio nos portfólios do Citi e da Consenso.

Depois de ter sido o principal destaque negativo de 2013, comprar títulos indexados à inflação volta a fazer sentido neste ano com as taxas mais fartas, considera George Wachsmann, sócio da gestora de patrimônio GPS. “Não significa que o juro real não possa abrir mais, mas já abriu muito e há ainda os títulos com isenção, a ‘bolsa família’ do investidor”, diz. A renda fixa soma 50% na carteira da GPS para um investidor moderado e a indicação da casa é buscar oportunidades principalmente em títulos privados.

A indicação da GPS também é de compra no caso do maior destaque positivo do ano que passou: o investimento em bolsas no exterior. “Nosso cenário para 2014 é a repetição de 2013: o mundo melhorando e o Brasil piorando”, afirma. Para um investidor moderado, Wachsmann recomenda a alocação de pelo menos 30% dos recursos no exterior.

O Citi também recomenda que o investidor aumente substancialmente a alocação internacional – para quem tem um horizonte de investimento de pelos menos três anos, 30% a 50%, dependendo da necessidades de liquidez, devem ser alocados no exterior, principalmente em ações de países desenvolvidos. A trajetória da política fiscal brasileira e os impactos locais da redução dos estímulos monetários nos EUA preocupam o banco.

Ainda que enxerguem uma alta do dólar no cenário, os alocadores em geral não indicam a moeda americana ou fundos cambiais como investimentos, apenas como uma proteção para quem tem compromissos no ativo. Dificilmente, dizem, a valorização será suficiente para superar o retorno de uma aplicação em CDI.

Para quem deseja a proteção na moeda americana, Caselli, da Consenso, sugere como alternativa dedicar cerca de 10% do patrimônio a fundos multimercados em dólar. É o caso, por exemplo, de uma carteira que a Gávea lançou no ano passado, que além dos 20% alocados no exterior permitidos pela regulamentação, compra dólar futuro com os 80% restantes. É uma opção para quem não tem o R$ 1 milhão necessário para acessar carteiras que investem 100% dos recursos no exterior.

O otimismo com economias de países desenvolvidos, principalmente dos EUA, leva Sinara, do Santander, a sugerir que o investidor procure fundos que aloquem 20% dos recursos no exterior. Para ela, eles devem receber metade dos recursos destinados a fundos multimercados. O restante deve ficar com carteiras long and short neutras, que ganham com a arbitragem entre ações, sem correlação com o Ibovespa. “Com juro e inflação em alta e a economia crescendo pouco, é muito difícil ter um cenário bom para a bolsa”, diz ela.

Para a bolsa brasileira, apenas duas das nove casas ouvidas, G5 e Taler, ousam dedicar uma fatia superior a 10% do portfólio. A gestora de patrimônio G5 sugere aos clientes dedicar 20% do patrimônio a essa categoria de ativos, em um avanço em relação à faixa de 10% a 15% recomendada no ano passado, em que a casa se manteve bastante conservadora. A decisão não é fruto de um olhar mais positivo para a economia doméstica, destaca o sócio Renato Klarnet, mas sim da sensação de que grande parte dos eventos negativos já está nos preços dos papéis. Ele vê oportunidades em algumas ações individuais, como de Itaú e Vale, mas vê mais sentido na exposição via fundos, em que gestores acompanham de perto o portfólio.

“Estamos bastante inclinados a fazer posições em renda variável, vemos essa classe de ativos com um bom potencial”, diz Richard Ziliotto, sócio da gestora de patrimônio Taler. Ele lembra que a bolsa brasileira foi a que menos ganhou valor em 2013 e aposta em uma melhora passada a nuvem de desconfiança com relação ao governo e especialmente à política fiscal.

A alocação do UBS ainda indica o destino de apenas 5% para ações brasileiras, mas o private banking da casa avista uma possível oportunidade de compra à frente. “O consenso de mercado com relação ao crescimento de lucro das empresas começa a dar um primeiro sinal de melhora, depois de dois anos consecutivos de frustrações”, diz Francisco Levy, diretor da área de gestão de patrimônio do UBS, ressalvando que o indicativo ainda é muito prematuro e tímido.

Souza, do Itaú, que destina apenas 2% do portfólio de um investidor moderado a ações brasileiras, considera que a aplicação ainda exige muita seletividade na escolha das companhias. Augusto Miranda, diretor de gestão de patrimônio do HSBC, sugere que o investidor busque uma gestão ativa ou uma seleção de papéis via corretora, evitando carteiras indexadas a índices como o Ibovespa.

Para Miranda, o aplicador deve esperar bastante volatilidade para o primeiro semestre de 2014, com a falta de clareza sobre o cenário, e um contexto mais calmo na segunda metade do ano. “A postura que temos sugerido ao investidor moderado é a de tentar obter alguma receita adicional, mas sempre correndo um risco controlado”, diz.

 

O Grande Momento da Renda Fixa Isenta de IR

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Com a alta da Selic em 10% ao ano, determinada pelo COPOM no mês de novembro, e perspectiva de aumento para os próximos períodos, os produtos de renda fixa, principalmente Letras de Crédito Imobiliário (LCI), ganharam ainda mais destaque no mercado financeiro. As LCIs são uma excelente opção de investimento, pois são isentas de imposto de renda para pessoa física, possuem a proteção do FGC no limite de R$ 250.000,00 e ótima rentabilidade. É importante lembrar que apenas bancos com lastro imobiliário podem atuar com essa modalidade de investimento, por isso é considerado um produto escasso no mercado. Neste cenário, o Banco Intermedium possui um diferencial competitivo muito evidente, sua forte atuação no segmento imobiliário permite oferecer para seus clientes investidores a opção de LCI com taxas atrativas e baixo risco de crédito.

O Banco Intermedium oferece a seus clientes investidores uma ótima oportunidade de rentabilizar suas aplicações através das LCIs.

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MP do Bem e seu benefício fiscal

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Para você que está querendo trocar de imóvel, o Intermedium tem uma ótima dica para lhe dar. Trata-se da MP do Bem.

A Medida Provisória nº 252, editada e denominada “MP do Bem”, que posteriormente entrou em vigor como a LEI Nº 11.196, de 21 de Novembro de 2005, trata da isenção do imposto de renda sobre o ganho auferido por pessoa física, residente no País, na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de cento e oitenta dias contados da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no País.

Com a MP do Bem, você garante a real valorização do seu imóvel através da compra de uma nova propriedade, já que fica isento do imposto de renda que é de 15% em cima do seu ganho de capital (diferença entre o custo de compra e o valor recebido na venda). Isso significa que você poderá investir o valor que contribuiria para o IR em um novo imóvel, de forma 100% legal.

Veja, abaixo, um exemplo para ilustrar melhor o benefício da MP do Bem:

Se você comprou um imóvel em 2003, no valor de R$ 200mil e, após valorização, vendeu o mesmo em 2013 por R$ 700mil, você ficará isento de IR (15%) sobre seu ganho de capital, caso este valor seja utilizado, no prazo de 06 meses, para a compra de outro imóvel residencial. Logo, você fará uma significativa economia de R$ 75mil (15% em cima do ganho de capital que foi de R$500mil).

Fique atento ao prazo! Lembramos que a isenção só vale durante os 6 meses subsequentes à venda do imóvel e o beneficio poderá ser usado somente uma vez a cada 5 anos!