LCI: investimento com ótimo retorno em renda fixa

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Quanto mais dedicamos tempo ao estudo da educação financeira, mais percebemos o quanto é importante adotarmos práticas simples de controle e planejamento no dia a dia. Sem controle e sem planejamento, dificilmente veremos o dinheiro ser valorizado ao longo do tempo para a construção de patrimônio.

Entretanto, educação financeira não é só poupar; ela também mostra como é fundamental fazer boas escolhas na hora de investir. Os investimentos realizados de maneira equilibrada e constante podem ser a diferença entre o sucesso e o fracasso na busca pela independência financeira.

Hoje, muita gente se preocupa em conquistar bons resultados no curto prazo e deixa escapar boas oportunidades de aproveitar bons rendimentos por um longo período. Conhecer e ficar atento aos bons investimentos é tarefa fundamental para quem está antenado e sabe exatamente o que quer do futuro.

Um importante investimento é em LCI (Letras de Crédito Imobiliário), títulos privados de renda fixa lastreados em crédito de mercado imobiliário. Produtos com lastro são produtos com garantias e, no caso da LCI, a garantia é física (os próprios imóveis).

As Letras de Crédito são produtos conservadores, de baixo risco, muito procurados pelos investidores, pois reúnem diversas vantagens, tanto financeiras quanto tributárias, como:

  • Isenção de Imposto de Renda;
  • Produtos conservadores atrelados ao CDI;
  • Sem incidência de taxa de administração;
  • Garantidos pelo FGC em até R$ 250 mil por conta.

No Banco Intermedium você encontra as melhores condições para aplicações em LCIs.  Faça uma simulação e descubra como investir em LCI pode ser vantajoso para você!

 

Fonte: Dinheirama

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Sem falar em dinheiro, é possível cultivar bons hábitos desde cedo

Não é preciso falar de dinheiro nem manter conversas chatas com as crianças para formar adultos que lidam bem com as próprias contas. Confira 6 dicas para criar bons hábitos financeiros.

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1. RECURSOS ESCASSOS
Ensine as crianças a preservar água, comida, energia, papel e outros recursos usados em casa ou no bairro. Produzir menos lixo e reciclá-lo também são boas ideias.

A lição
Os recursos naturais são finitos. Mal administrados, podem acabar. Consegui-los de volta pode custar mais caro. O mesmo ocorre com o dinheiro.

2. LISTA DE COMPRAS DO SUPERMERCADO 
Pedir ajuda aos filhos para consultar a despensa e preparar a lista de compras é uma boa prática. Assim como convidá-los a fazer o supermercado com os pais.

A lição
É importante planejar a compra antes de sair de casa. Ao adquirir esse hábito, a criança tende a associar o uso do dinheiro a uma reflexão, e não a impulsos.

3. TREINO DE FUTUROLOGIA 
Contar histórias já é um bom hábito. É possível enfatizar situações em que os protagonistas precisam fazer escolhas, tomar decisões e pesar consequências. Melhor ainda se a escolha for entre satisfação imediata e trabalho duro para ter ganhado maior futuro.

A lição
A espera pode trazer recompensas. Nem sempre é bom ter na hora tudo o que se deseja.

4. PASSEIOS SEM AGRADO
Mesmo tendo de lidar com birras diante do público, de vez em quando, é importante passear com as crianças em lojas de brinquedos e sair de lá de mãos vazias.

A lição
O treino de não comprar à primeira visita é um exercício de autocontrole. A criança aprende que precisa se conter diante de tentações. E que a decisão de comprar tem de amadurecer.

5. AS ESCOLHAS DA BOA MESA
A família precisa ensinar aos filhos o valor dos alimentos e das boas refeições. Deve-se mostrar que escolhas ruins podem levar a dor de barriga, desperdício e problemas de saúde.

A lição
A lógica da dieta é a mesma do dinheiro. Decisões tranquilas e comedidas tendem a trazer resultados melhores.

6. O BOM EXEMPLO É FUNDAMENTAL
Os pais precisam mostrar que podem cumprir o que propõem aos filhos. Se foi combinado que o brinquedo terá de esperar, o mesmo deve valer para o sapato da mãe e o celular do pai.

A lição
A criança aprende mais pelo que vê do que pelo que ouve. Se é hora de conter gastos, todos da família devem colaborar.

Época  | Luciana Vicária

Quase metade dos brasileiros adiam o planejamento financeiro no seu dia-a-dia

ImageSÃO PAULO – Que o Brasil é o país da última hora todos sabem, mas que os brasileiros costumam adiar seu planejamento financeiro é uma novidade. Segundo pesquisa pela Triad Productivity Solutions, empresa especializada em produtividade e colaboração, 46,8% dos brasileiros adiam o planejamento financeiro no seu dia-a-dia.

No entanto, está não é atividade que o brasileiro mais procrastinam  no dia. Em primeiro lugar na pesquisa ficou a academia e os exercícios físicos, com 68%.

Segundo Christian Barbosa, especialista em produtividade, CEO da Triad OS, todo mundo procrastina, pelo menos uma vez na vida. “É da nossa natureza, ninguém é robô, programado para fazer tudo na hora certa”, explica.

Quando questionados “Você procrastina atividades ao longo de sua rotina?”, 97,4% das pessoas afirmaram que sim.

Atividades mais adiadas pelos brasileiros

Após os exercícios físicos, as atividades mais adiadas pelos brasileiros durante o dia são a leitura, com 64,2% e saúde 52,7%, conforme mostra a tabela abaixo:

Atividades que os brasileiros mais adiam no dia-adia
Atividades %
Academia / Exercício Físico

68%

Leitura

64,2%

Saúde

52,7%

Planejamento Financeiro

46,8%

Mudanças Pessoais

46,5%

Escola de Idiomas

43,8%

Cursos Faculdade / Pós / MBA

38,4%

Amigos

33,6%

Relacionamento

26,1%

Viagem Pessoal

25,5%

Férias

23,1%

Mudar de Emprego

20,2%

Compra / Mudar de Apartamento

14,5%

Casamento

7%

Fonte: Triad Productivity Solutions

Fonte: InfoMoney | Julho 2012 |Welington Vital de Oliveira

5 coisas para NUNCA pagar com cartão de crédito

O cartão de crédito não é inimigo do bolso, mas é preciso saber usar. “O cartão é prático e mais seguro que andar com dinheiro. Por isso a tendência é que a utilização cresça cada vez mais”, afirma Roberto Vertamatti, diretor-executivo de economia da Anefac. A dica, porém, é que compras programadas e despesas extras não passem de 30% da renda de uma família. “Nesse percentual já está incluído o que pode ser gasto no cartão de crédito”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE. Confira cinco itens que o consumidor deve manter o mais longe possível do cartão de crédito.

1 – Compras mensais e rotineiras: Gastos como supermercado, combustível do carro e a compra de remédios de uso contínuo devem ficar longe do cartão. “Se é algo que você compra todo mês, já deve estar previsto no orçamento e não pode comprometer o cartão de crédito”, sugere Maria Inês Dolci.

2 – Parcelamentos longos: Sabe aquele plano anual numa academia que compromete o limite do cartão por 12 longos meses? Compras desse tipo devem ser evitadas. “Quanto mais longo é o parcelamento, maior a chance de se endividar”, afirma Maria Inês. O ideal é fazer a conta para quitar no menor número possível de prestações.

3 – Compras no exterior: O consumidor tem dois bons motivos para manter esse gasto longe do cartão de crédito. Primeiro, o IOF de 6,38% que incide sobre as compras. “Às vezes um produto mais barato no exterior pode ficar com o mesmo preço do comprado no Brasil por conta da cobrança”, alerta Maria Inês. Além disso, ainda há a surpresa do câmbio. Como a conversão é feita no dia que fecha a fatura, e não no dia em que é realizada a compra, não dá para saber com qual cotação sua cobrança virá.

4- Saque no caixa eletrônico: Ao tirar dinheiro no caixa eletrônico com cartão de crédito, o consumidor está sujeito a pagar tarifas que variam entre cada cartão. “O serviço só deve ser utilizado em uma emergência”, aconselha Maria Inês.

5- Contas da casa: Pagar contas como água e luz no cartão de crédito não é bom negócio pois os pagamentos estão sujeitos também a cobrança do IOF. “É como se o consumidor estivesse fazendo um empréstimo”, diz Vertamatti, da Anefac.

Fonte: Exame.com

Quer ter mais tempo? Preparamos 7 dicas para você

Ter mais tempo é o que as pessoas mais querem em todo começo de ano. Como “o ano começa depois do carnaval”, preparamos uma lista de 7 itens básicos que você ter mais tempo na sua rotina:

1º – Como você utiliza o tempo

Saber a forma como utiliza seu tempo ajudará você a se planejar, pois seu foco será reduzir as atividades urgentes (priorizando-as para que sejam eliminadas rapidamente), aumentar as tarefas importantes (que ajudam a reduzir as urgências) e eliminar as circunstanciais (aprendendo a dizer não ou simplesmente excluí-las da sua rotina).

2º – Planeje-se!

Ter mais tempo para vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esso é o processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo.

Para isso, planeje sua semana com antecedência ou pelo menos 3 dias a sua frente, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3º – Escolha uma ferramenta

Agenda, Iphone, Outlook, Neotriad, caderno, etc – eleja uma plataforma que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4º – Limite seu horário de trabalho

Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional.

Se fosse uma obrigação você sair exatamente no seu horário (algo do tipo quando apagam as luzes do escritório) com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores” para você no dia-a-dia.

5º – Ache um hobby

Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda. Quando fazemos coisas que nos trazem descanso, conforto e satisfação, temos a tendência a ir em direção desses compromissos e evitamos ao máximo que o dia seja desfocado.

Você já reparou que quando alguém do escritório joga futebol com amigos durante semana, como ele sempre consegue sair no horário naquele dia?

6º – Organize a papelada

Organize seu local de trabalho, sua papelada, suas revistas e seus armários. Assim você terá mais facilidade para encontrar o que precisa.

Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações… e isso é muito tempo perdido.

7º – Priorize seu dia – todos os dias

 Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução. Foque nessa lista.

Quando você chegar ao fim do dia puder riscar tudo aquilo que conseguiu cumprir, a sensação será de começar o dia seguinte zerado.

Fonte: Você S/A

Saiba as diferenças entre Renda Fixa e Renda Variável

Ouvimos falar dessas duas expressões quando o assunto é investimento, Renda Fixa e Renda Variável, mas nem sempre sabemos diferenciar as duas modalidades. Para por fim nas dúvidas, explicaremos cada tipo de título. Com essa informação, você poderá escolher com segurança o investimento mais adequado ao seu perfil.

Renda Fixa

Os títulos de renda fixa, o rendimento é pago em periodos pré-estabelecidos, o que pode ser definido no resgate ou no momento da aplicação. Esses títulos podem ser divididos de acordo com o tipo de emissor, em públicos ou privados, ou de acordo com a rentabilidade, em prefixados e pós-fixados.

Geralmente, os investimentos de renda fixa  se empresta dinheiro para alguma instituição e se recebe como rendimento os juros que são cobrados. Por isso, também são chamados de títulos de dívida. Esse “empréstimo” pode ser feito ao governo, no caso dos títulos públicos, ou a bancos, no caso dos títulos privados.

A caderneta de poupança, por exemplo, é um título de renda fixa privada e pós-fixada. Outros tipos de investimento de renda fixa são: certificados de depósito bancário (CDB), títulos do tesouro, letras do tesouro, letras hipotecárias, entre outros.

Renda Variável

Os títulos de Renda Variável são aqueles cujo rendimento depende das oscilações do mercado. Desse modo, o investidor não sabe, no momento da aplicação, qual será a taxa de retorno do investimento ou a base de cálculo. No entanto, feita de modo correto e com cautela. Assim, trata-se de um investimento de maior risco, uma vez que não se conhece o retorno da aplicação.

A compra de ações é um exemplo desse tipo de aplicação, bem como: commodities, compra de ouro ou moeda estrangeira, fundo multimercado, entre outros.

 

10 livros para a acertar na hora de investir

Pensando em investir seu dinheiro em 2012? O portal Exame fez uma lista de 10 livros indicados para investidores. Não deixe de ler para acertar na hora de investir, confira a lisa:

1º “O Investidor Inteligente” é o livro de cabeceira de Buffett:

2º Mesmo criticado, “Pai Rico, Pai Pobre” virou best-seller:

3º “Os Axiomas de Zurique” revela os dogmas seguidos por banqueiros suíços:

4º “Iludido pelo Acaso” trata do papel da sorte nos mercados:

5º “Desafio aos Deuses” revela a história da gestão de riscos:

6º Em “O Novo Modelo dos Mercados Financeiros”, Soros mostra as razõres para as crises nos mercados:

“Finanças Comportamentais” explica por que os investidores erram na hora de aplicar o dinheiro:

8º “Comprar ou Vender” ensina análise técnica básica:

“Estrutura e Análise de Balanços” ajuda a entender os analistas:

10º Escrito por um psicólogo, “Trade your way to financial freedom” traz técnicas de investimento:

Boa leitura 😉