Refinanciamento Imobiliário X Outros financiamentos

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Comprar um imóvel, reformar a casa, viajar, pagar dívidas. Independente do motivo, na hora de tomar um empréstimo, é importante conhecer qual a melhor opção de financiamento para você. Por isso, vamos falar das principais modalidades e suas características, para ajudar a esclarecer muitas dúvidas sobre os diferentes financiamentos.

Se você já tem um imóvel, a maneira mais barata de tomar empréstimo é por meio do refinanciamento imobiliário. A modalidade é ideal para quem deseja quitar dívidas com juros mais altos, adquirir um segundo imóvel, realizar um sonho… Enfim, fazer o que quiser. Isso porque o financiamento com garantia imobiliária possui taxas abaixo da média do mercado. Também conhecido como “home equity”, o refinanciamento é novo no Brasil e pode ser vantajoso para o cliente, que pode pagar juros a partir de 1,05% ao mês + correção pelo IGP-M. Ao contrário das modalidades mais conhecidas no mercado, as taxas são mais atrativas. A Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) divulgou, em maio deste ano, dados com os juros de cada tipo de empréstimo. O cartão de crédito, mais popular entre os brasileiros, tem juros de 9,4% ao mês. Já o cheque especial, cobra 7,7% de juros. O empréstimo pessoal (financeiras) tem 6,9% de juros mensais e o empréstimo pessoal em Bancos possui 3,0% de juros ao mês.

Para ajudar a perceber a diferença entre as modalidades, veja a seguinte situação: uma pessoa está em um período financeiro difícil, com uma dívida de R$ 50 mil no cartão de crédito. Se esse consumidor resolver saldar a dívida em 24 parcelas, o valor final pode ser até 100% maior do que o valor pago se ele fizesse o refinanciamento imobiliário. No Cheque Especial, a quantia final pode chegar a 60%. Portanto, se o consumidor optar pelo refinanciamento imobiliário, ele terá uma economia significativa. O refinanciamento imobiliário no Brasil é mais utilizado para pagar dívidas caras e economizar nos juros. Imagine que, além da dívida de R$ 50 mil, o consumidor ainda precisa de crédito para despesas futuras. Com o refinanciamento imobiliário, ele pode dar o próprio imóvel em garantia para tomar empréstimo de R$ 100 mil: metade será para saldar a dívida do cartão e o restante para a conta do cliente. Apesar de o consumidor passar a dever R$ 100 mil, os juros ainda serão menores do que antes.

O refinanciamento imobiliário tem a vantagem de ser uma modalidade fácil e rápida de crédito, na qual são aceitos imóveis comerciais ou residenciais. O tomador do empréstimo não precisa sair do imóvel para conseguir o capital.

O Banco Intermedium é pioneiro em refinanciamento de imóveis no Brasil e conta com taxas mais baixas que o cheque especial, cartão de crédito e linhas de crédito tradicionais. Com o CredFlex, você adquire crédito sem burocracia.

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