Responsabilidade Social é coisa séria no Banco Intermedium

Por Aquiles Leonado Diniz, Diretor Executivo do Banco Intermedium

Embora a responsabilidade social das organizações seja um tema recorrente e muito debatido nos últimos anos, esse conceito é, por vezes, simplificado e reduzido à filantropia. Há também empresas que vêem como uma maneira de promover algo positivo para a sociedade e, consequentemente, melhorar sua imagem corporativa e obter mais lucratividade. No entanto, essa é uma visão simplista de responsabilidade social, já que ela demanda, sobretudo, uma mudança de postura e comprometimento das empresas com seu entorno. Algumas já seguem essa linha e optam por promover ações responsáveis e éticas com o intuito de “fazer diferença”, além de somente obter benefícios por meio de tais atitudes.

No caso das instituições financeiras, elas incorporaram, em princípio, a responsabilidade social aos negócios, em função da crescente pressão por transparência em seus resultados e para obter maior visibilidade no mercado. Agora elas começam a compreender que não são apenas meros prestadores de serviços bancários, mas agentes que podem e devem assumir o papel de promover a saúde econômica e financeira da população e dos países. Que a responsabilidade social também diz respeito a uma postura sustentável, à atenção aos riscos futuros e à preocupação com impactos ambientais, sociais e econômicos que as empresas podem ocasionar. E qual a atribuição dos bancos nesse contexto?

Depoimento do Presidente do Banco Intermedium - Rubens Menin

Como fazer para que se tornem empresas socialmente responsáveis? O cerne da responsabilidade social nos bancos é a ética, a relação transparente com seus públicos. Além disso, a responsabilidade social é assumir um papel educativo para seus clientes. Cabe aos bancos orientar e conscientizar os consumidores quanto ao planejamento e ao uso responsável do crédito, para que não se afoguem em dívidas e possam empregá-lo com critérios.

O Banco Intermedium investe e apoia o Projeto Cidade dos Meninos

Bancos que emprestam para empresas que burlam a lei, as regras que regem as relações trabalhistas e ambientalistas ou sonegam impostos não podem ser considerados socialmente responsáveis. Eles também precisam se preocupar com a maneira com a qual seus clientes empregam os empréstimos concedidos. Liberar crédito para um cliente que polui ou causa impactos negativos à sociedade não seria uma maneira de ser coniventes com tais ações? Não se trata de romper relações com os clientes, mas sim ter uma postura diferente e socialmente responsável. Por exemplo, conceder crédito para uma empresa que polui o meio ambiente investir em pesquisas e inovações, de maneira a tornar-se sustentável e diminuir seus impactos negativos. Dessa forma, o banco estaria se tornando uma instituição melhor, contribuindo para melhorar o mercado e, logo, para que o país também progrida. A responsabilidade social é a somatória do que cada um faz no dia a dia para promover um país melhor. É preciso, portanto, compatibilizar ética e negócios e assumir sua parte, tanto empresas quanto indivíduo, para crescermos juntos.

Retirado de publicação no Jornal Estado de Minas, no dia 25/06/2011

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s